quarta-feira, 13 de julho de 2011
EU QUERO UM GATO PARA CHAMAR DE SALAME

Olha esta luva que inventaram. É gringa e tem pompons, guizos e uma armação leve que alonga os dedos. Muita alegria para o seu bichano.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Os encantadores cães raposinhas

Encantados, encantadores. Já vi muitos vira-latas com aspecto de welsh corgi. Com esse corpinho robusto, de perninhas curtinhas, orelhão e cara de raposinha, eles são uma gracinha – como diria a Hebe Camargo. A raça é originária do País de Gales, na região de Pembrokeshire.
Datado dos Séculos IX e X, época em que os vikings da Escandinávia invadiram o País de Gales, somente em 1928 a raça foi reconhecida pelo Kennel Club. Já em 1934, recebeu reconhecimento nos Estados Unidos.
Existe uma lenda sobre estes cães em que duas crianças estavam cuidando do rebanho da família nas terras do rei, quando encontraram dois filhotes que pensaram ser pequenas raposas. As crianças levaram os filhotes para casa, lhes foi dito que os cães eram presentes das fadas, que os utilizavam como montaria e também para puxar suas carruagens encantadas.
Os filhotes cresceram e aprenderam a ajudar seus donos a pastorearem o gado. Corroborando com a lenda, até hoje os corgi levam as marcas das selas das fadas nas costas. Foram usados para pastoreiro, mas a raça tornou excelente para companhia, robustos, ativos e obedientes, ótimos para famílias com crianças e muito inteligentes. Tenho quase certeza, mas esse cãozinho está no filme “O Discurso do Rei”.
Nunca vi esta raça por aqui, mas quem tiver, e quiser dar um filhote deste para mim, adoraria. Desculpe-me, eu tenho esta mania de querer todos os cães do mundo.
Encantadores cão raposinhas

Encantados, encantadores. Já vi muitos viralatinhas com aspecto de Welsh Corgi. Com esse corpinho robusto de perninhas curtinhas, orelhão e cara de raposinha é uma gracinha. A origem desta raça vem dos paises de Gales da região de Pembrokeshire.
datado dos séculos IX e X, época em que os vikings da Escandinávia invadiram o País de Gales. Foi 1928, a raça foi reconhecida pelo Kennel Clube inglês – The Kennel Club. Já em 1934, recebeu reconhecimento nos EUA. Existe uma lenda sobre estes cães que duas crianças estavam cuidando do rebanho da família nas terras do Rei, quando encontraram dois filhotes que pensaram ser pequenas raposas. As crianças levaram os filhotes para sua casa, lhes foi dito que os cãeszinhos eram presentes das fadas, que os utilizavam como montaria e também para puxar suas carruagens encantadas. Os filhotes cresceram e aprenderam a ajudar seus donos a pastorearem o gado. Corroborando com a lenda, até hoje os corgis levam as marcas das selas das fadas em suas costas. Foram usados para pastoreiro mas essa raça tornou excelente para compania, robustos, ativos e obedientes, ótimos para famílias com crianças e muito inteligentes. Tenho quase certeza mas esse cãozinho esta no filme O discurso do rei.
Fonte site Magic Groove. Nunca vi esta raça por aqui mas quem tiver e quiser dar um filhote deste para mim adoraria.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
PASTOR BELGA

Era uma vez uma menina que ganhou um cachorro que parecia um urso azul de tão preto. Ela vivia para baixo e para cima com seu cachorro que se tornou uma grande cachorra que metia medo, mas de uma ternura e obediencia sem tamanho. Esta historia é a minha. Minha historia com a querida e falecida Milka.
A Milka era uma dos grandes cães de pastoreiro que possue quatro variedades e seriam descendentes de cães de rebanho da Europa Central ou de cruzamento entre raças da região da Belgica com os Mastins e Deerhound vindos da Inglaterra no séc XIII. No séc XIX existia na Bélgica uma grande variedade de cães de pastoreiro de cores, texturas e tamanho de pelo muito diversas. AS primeiras seleções ocorerram em 1981 criado o clube do pastor em 1984 estabeleceram os fundamentos de padrão racial após ter distinguido 4 variedades.
Em 1898 O pastor Belga de pelo longo e preto foi denominado "Groenandel" nome do castelo de seu principal criador. Na mesma época o pastor belgas de pelo fulvo de pelo duro do castelo de "Laekenois" se bem que esta variedade se tornou rara.A grande maioria dos pastores belgas de pelo curto da região Malines foram denominadas "Malinois". Tem também os de pelo longo e fulvo conhecidos como Tervweren. Pode medir de 56 a 62 cm, e pesar de 28 a 35 kilos. Temperamento Nervoso, sensivel, impulsivo, Muito vivaz em resposta aos diversos estimulos, atento de personalidade forte, dedicado ao seu dono mas por vezes agresssivos com estranhos. Extremamente sensiveis não suportam brutalidade, são cães cuja educação deve ser conduzida com suavidade, firmeza e muita paciência. Eles são muitos utilizados como cão policial, rastreador de resgate e auxiliar nas alfandegas e como de compania uma vez que são muito afeiçoados a seu dono e seu habitat como minha querida Milka.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Priscila ou SheepDog

Peguei o meu cachorro
pra ser um campeão
pra ganhar a exposição
Dei aquele banho
E aparei o pêlo
pra dar uma boa impressão
Ele é um colosso
Eu não largo o osso
e de dona já virei fã
Ele é um colosso que vem me acordar de manhã
Ele é um colosso
Eu não largo o osso
e de dona já virei fã
Ele é um colosso que vem me acordar de manhã
A raça da coluna de hoje é o Sheepdog mais conhecido como a Priscila da Tv Colosso. Quem tem a idade de 20 e poucos anos pode lembrar. São diversos registro da origem desta raça. Há registros que ele tenha surgido de um cruzamento muito antigo com as raças de es pastores insulares e continentais o Puli e Briard. Porem pode se dizer que existe a muito tempo, existe uma pintura datada de Gainsborough datada de 1771. Foi apresentado em exposição em 1873 na cidade de Birmingham. Foi reconhecido oficialmente em 1888 na Grã – Bretanha e em 1900 nos EUA fundaram o primeiro Clube de SheepDog. Era muito utilizado para pastoreiro e compania.
Avaliam que este cão é dotado de um grande vigor, brincalhão, turbulento, não é medroso nem agressivo. É muito afetuoso, dócil, fiel. Curiosidade que este cãozinho vigia muito bem crianças, ganhando o apelido de Nanny Dog.
Adapta a vida na cidade, mas tem que passear bastante. Resiste mal ao calor. A escovação deve ser diária para que a sua pelagem não vire um monte de nó. Eu já vi só um desse cão na cidade.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
O astro São Bernardo

FOTO: Com vocês, a Fiona, aquela que “só aprontava”, como dizia seu dono
Sabe um cachorro que lambe a sua cara e deixa ela toda molhada. Um cão que chame atenção quando passa, no estilo de “parar quarteirão” diante de tanta formosura. Este é o São Bernardo. Dizem que eles descendem dos Malossos da Antiguidade, que atravessaram os Alpes com as legiões romanas. Suas origens datam do Século XVII, na Suíça, no local que era chamado Grande São Bernardo, fundado na Idade Média, onde os monges o adestraram.
Foi ali que sua reputação de farejador de montanha se formou. Existiu um cão de nome Barry, nascido em 1800, que salvou 40 pessoas em 10 anos. A curiosidade é que este “cãozão” tinha pelo curto e, devido ao cruzamento com a raça Terra Nova, surgiu a variedade pelo longo, hoje a mais difundida. Após ter sido denominado "Cão da Montanha", ou "Mastiff Alpino" e "Cão Berry", o nome São Bernardo foi oficializado em 1880. O clube suíço na Basiléia foi fundando em 1884 e seu padrão foi estabelecido só em 1887.
De temperamento calmo, sossegado, manso, amável, sociável, de uma devoção sem limites, o São Bernardo adora crianças. Desconfiado para estranhos, pode ser agressivo, portanto, requer uma educação firme. Eles precisam de muito espaço e caminhadas diárias. E, lembrem-se – especialmente, quem tem um São Bernardo no Brasil –, eles odeiam calor. Requer escovação diária e, como todo o dono consciente, também é muito importante tosá-lo no calor brasileiro, mesmo sabendo que os cães se adaptam. Na televisão, ele é o famoso astro da sessão da tarde, o Bethoven.
sábado, 7 de maio de 2011

Eu adoro poodles. Principalmente os branquinhos. Esta é a Cuca cachorra do tosar Nelsinho. Esta tinta é específica para cães e atoxica. Um cão colorido ganha muito mais carinho que um cão sem tinta.

Baby meu vira latinha de longa data. Cachorrinho que para os estranhos não é aconselhado passar a mão. Escandaloso quando me vê. Adora um cainho e um biscrok. Tem a saúde mais forte de todos os meus cãezinhos.

Mel, por essa cachorra eu chorei e choro muito. Ela morreu mas os momentos em que passamos juntas jamais esquecerei. Amor que nunca ninguém antes tinha me dado. Espero encontra-la um dia novamente, mas ela muito mais saudavel para brincar-mos mais.

Esta é a Greta o meu bebezão. Com esses olhinhos saltadinhos observava aos comandos para tomar banho, deixar ser escovada, calma e graciosa. Nunca vi tanto pelo junto. Ela é linda e era bebezão porque preenchia o meu colo. Uma delícia.

Eu com o Wash terrier lindo que frequentava meu antigo trabalho agora não sei dizer se era o Kelvin ou o Tobby pois eram 2. Dois irmãos.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Border Collie

Costumo andar pelas ruas e observar os cães e seus donos. Uma certa vez me deparei com duas lindas border Collies que andavam sem coleira pelas ruas da cidade. De imediato quis brincar com elas pois tenho esta mania, até tomar uma mordida (mas nem vou ligar) Pois bem, estas cachorras lindas de nome Cindy e Sapeca por coincidência eram do meu amigo Marcos Pauli que é um exemplo de dono treinando e tratando elas com muito carinho. E o mais delicioso foi que ele o Marcos me chamou para tosar aquele cão de porte médio que é uma satisfação para qualquer tosador. Pois bem este cão de ancestrais nórdicos eram guardião de renas. É possivel que tenham sido trazidos para as ilhas britânicas pelos vickings, e que tenham sido cruzados com raças pastoreiras locais. Seu nome vem da região onde viviam que era no vales dos Borders., fronteira entre a Inglaterra e a Escócia onde a raça se desenvolveu. É o mais difundidos do collies, e continua especializado na guarda dos rebanhos. para o qual é utilizado desde o século XVIII. A raça foi fixada apenas no séc XIX e reconhecida em 1976 pelo kennel club e em 1985 pela S.c.c. Chegou a França em 1970. Temperamento, aptidões e educação: Cão vigoroso, ardente, tenaz, trabalhador, (muita vez mais que seus donos) e muito dócil. Receptivo à educação porque é atento e inteligente, dedicado ao seu dono. Reservado à estranhos mas jamais agressivo. Dotado de um olfato potente, possue um olhar que à distância parece hipnotizar o gado, aproximando -se rastejando co,o um cão de caça. Necessita de exercício diários. é um otimo cão para o campo. Necessita de poucos cuidados com sua higiene. Um cão delicioso. Ahhh esse cão minha mãe também quer ter.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
O “multicultural” Pumi

A raça Pumi é bastante rara para os brasileiros. Pessoalmente, nunca vi um cão desta raça. Mas nem por isso deixa de ser uma graça, digno do mais alto grau de fofura. Os Pumi formaram-se entre os Séculos 17 e 18 graças ao cruzamento do Puli com cães pastores de orelhas eretas importados da França e da Alemanha. Dizem que o Pumi é de origem húngara. Acredita-se, ainda, que poodles e spitz alemães também possam ter participado da formação do Pumi – eita bichinho multicultural!
O período de formação da raça foi muito longo e, inicialmente, o Pumi e o Puli eram considerados uma única raça, separados apenas no Século 20. Embora atualmente o Pumi e o Puli possam parecer bastante diferentes à primeira vista, a principal diferença entre eles está na pelagem, sendo duas raças estruturalmente próximas. Os Pumi foram fixados, na forma como os conhecemos atualmente, somente por volta dos anos 1920. Cão de temperamento agitado, são audaciosos e atrevidos, bem ao estilo dos cães chamados “perdigueiros”.
Muito alerta, os Pumi são desconfiados com estranhos e costumam assinalar com seu latido ao sinal de qualquer ruído insólito – portanto, ótimos defensores de lar, pelo menos para dar o alerta. É bem afetuoso com seu dono. De olfato muito delicado, precisa de espaço e muito exercício para dar conta de tanta energia. É importante terem escovação regular. São utilizados, ainda, para pastoreio, caça, guarda e companhia. Seu tamanho varia de 35 a 44 centímetros e seu peso de 8 a 13 quilos. No próximo dia 14, é meu aniversário... fica a dica para quem quiser me dar um ‘Pumi’ de presente – atrevida eu, né?!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Quem vai ser o líder da matilha?
Em seu livro, o ‘Dr. Pet’ Alexandre Rossi explica itens interessantes para entender sobre o adestramento de cães. Primeiramente, o autor deixa bem claro que, para o cão, somos vistos como cães também e, sendo assim, a família em que ele vive é semelhante à sua matilha. Porém, além de companheiros e protetores, eles são animais predadores e possuem uma complexa organização social.
Partindo da premissa ‘óbvia’ que “cão não é gente”, para um bom adestramento o primeiro passo indicado pelo Dr. Pet é evitar os desentendimentos de linguagens, durante o relacionamento humano-canino. Assim, é importante ter a consciência de que não devemos querer que os cães queiram o que queremos, nem sintam como nós sentimos e, muito pior ainda, que pensem como pensamos.
Ao rosnar, quando você põe comida, por exemplo, não significa ingratidão, necessariamente. Os valores deles são diferentes dos nossos valores. É somente a partir do conhecimento sobre o comportamento que percebemos os erros comuns ao educar um cachorrinho. Como “líder da matilha”, você deve impor respeito, primeiramente a partir de suas próprias atitudes, utilizando da agressão física, mesmo que leve, somente em últimos – acrescento “dos últimos” – dos casos.
Não se deve deixar o cão entender que seja ele o líder da matilha – aliás, esse alerta também é feito pelo Cesar Milan, ‘o Encantador de Cães’. Para que você se mantenha em seu lugar (líder) e ele no dele (cão), é importante, por exemplo, fazer o seu bichinho merecer o que quer, pedindo para executar algum comando antes de receber a comida ou sair para passear.
Ensinar o animal sem gritar e nem bater também é muito importante, porque, desta forma, você não desenvolve uma cultura agressiva. Outro ponto importante é nunca deixar que ele ganhe uma disputa física. Não deixe que ele morda as pessoas, nem por brincadeira. Elogie a submissão dele e não enforque ao querer ensiná-lo. São coisas simples, mas que fazem grande diferença na sua relação de amizade com o seu cãozinho. Fica, também, como dica de leitura, o livro de Alexandre Rossi (Adestramento Inteligente), que emprestei de um amigo. Vale a pena!
Partindo da premissa ‘óbvia’ que “cão não é gente”, para um bom adestramento o primeiro passo indicado pelo Dr. Pet é evitar os desentendimentos de linguagens, durante o relacionamento humano-canino. Assim, é importante ter a consciência de que não devemos querer que os cães queiram o que queremos, nem sintam como nós sentimos e, muito pior ainda, que pensem como pensamos.
Ao rosnar, quando você põe comida, por exemplo, não significa ingratidão, necessariamente. Os valores deles são diferentes dos nossos valores. É somente a partir do conhecimento sobre o comportamento que percebemos os erros comuns ao educar um cachorrinho. Como “líder da matilha”, você deve impor respeito, primeiramente a partir de suas próprias atitudes, utilizando da agressão física, mesmo que leve, somente em últimos – acrescento “dos últimos” – dos casos.
Não se deve deixar o cão entender que seja ele o líder da matilha – aliás, esse alerta também é feito pelo Cesar Milan, ‘o Encantador de Cães’. Para que você se mantenha em seu lugar (líder) e ele no dele (cão), é importante, por exemplo, fazer o seu bichinho merecer o que quer, pedindo para executar algum comando antes de receber a comida ou sair para passear.
Ensinar o animal sem gritar e nem bater também é muito importante, porque, desta forma, você não desenvolve uma cultura agressiva. Outro ponto importante é nunca deixar que ele ganhe uma disputa física. Não deixe que ele morda as pessoas, nem por brincadeira. Elogie a submissão dele e não enforque ao querer ensiná-lo. São coisas simples, mas que fazem grande diferença na sua relação de amizade com o seu cãozinho. Fica, também, como dica de leitura, o livro de Alexandre Rossi (Adestramento Inteligente), que emprestei de um amigo. Vale a pena!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Os sharpei são “do barulho”

Na edição de hoje, o meu destaque são os sharpei, raça que existe há muito tempo, mas muito tempo, mesmo! Surgiu em uma reunião do Sul do Mar da China, provavelmente na cidade ‘Dah LeT’, numa província denominada Kwun Tung. O nome sharpei deriva da sua pelagem áspera e eriçada. Shar pei, em chinês, quer dizer “pele de tubarão” ou “lixa”. Os ancestrais dos sharpei são incertos, mas acredita-se que eles tenham os chow-chow como descendentes.
Guardião dos templos, cão de combate, caçador de javalis, o sharpei também era utilizado para vigiar rebanhos. Seu futuro, por muitas vezes, esteve ameaçado. Em 1947, os cães foram proibidos na China, mas em 1970 foram exportadas algumas espécimes de Hong Kong para os Estados Unidos, e criadores americanos assumiram o compromisso com a raça. Por volta de 1980, o Shar Pei chegou à Europa. O sharpei é um ótimo cão de companhia.
De temperamento dominador, ele geralmente é agressivo com seus Congêneres. Mas é equilibrado, calmo e afetuoso com seu dono. Ele gosta de crianças. Sua educação deve ser firme, mas suave – eles podem dizer o que a gente conhece como ‘pavio curto’. É um cão muito limpo que com apenas uma escovada semanal é suficiente. As dobras das peles requerem cuidados especiais. E seu tamanho padrão é entre 40 a 51 centímetros e pesa cerca de 20 quilos.
Onde eu trabalho tem uma sharpei “do barulho” – esta gíria é dos anos 1980, hein?! A danadinha é muito linda e – juro! – desde a hora que entra até o término do banho e da tosa, é uma sinfonia total com seu latido. Todos sabem que a Olívia esta lá. E o engraçado que o dono dela disse que ela é quietinha na casa dela. Só na casa dela. Essa Olivia...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Vira-lata
Raça indefinida, aparência exclusiva e fácil de conseguir, sem gastar nenhum tostão, quando não, ajudando ainda a tirar um cachorrinho abandonado das ruas. É essa a dimensão da relação com um vira-lata, chamado de “cães sem raça definida”. Eu, sinceramente, prefiro o termo vira-lata, não acho pejorativo, como dizem. Vira-lata, para mim, é sinônimo de uma relação linda e duradoura.
Eles são, também, muito resistentes, tem uma saúde de ferro! Embora, claro, como qualquer outro cão, necessitam de cuidados, proteção e carinho. Às vezes, por não “gerarem valor agregado” – não gosto deste termo –, os vira-latas sofrem com o desprezo de criadoras e consumidores de animais de estimação, por isso acho importantes campanhas que incentivam a adoção dos vira-latas. Tenho reparado nas ruas muitas pessoas com vira-latas. Fico muito contente, porque tem muita gente que sabe seu papel na sociedade e adota estes cães.
A veterinária Andréa Acauí, organizadora de feiras de adoção, concorda que ter um vira-lata hoje tornou-se “cult” – está aí, outro termo que não gosto –, mas apenas entre quem é “politicamente instruídos”. “Quem procura por um vira-lata é o pessoal descolado mesmo. Isso não depende de condições financeiras. Na feira de adoção, as pessoas mais pobres geralmente querem bichos de raça”, conta. O lado bom dessa “moda”, segundo ela, é que incentiva as pessoas a tirarem os animais das ruas. E com uma vantagem: os cães adotados de entidades protetoras já vêm vacinados, vermifugados e castrados.
“Não é bom pegar animais diretamente da rua, pois podem transmitir doenças ao dono e a outros cães da casa. E ao levar um cão de rua para casa é importante lembrar que ele precisa manter uma vida social. Deixá-lo confinado também configura maus-tratos", afirma. Para adotar um vira lata, é sempre bom entrar contato com as entidades locais, com ativistas ou, simplesmente, ficar atento na página Vida de Estimação, que publica semanalmente cães para adoção.
Ah, não poderia deixar de dizer do meu vira-lata preferido – não, não é o meu namorado, não! É o meu querido Baby! Adotei ele na praça há muito tempo e, acredito, ele deve ter 11 anos e está lindo forte e querido. Como costume sempre falar das raças, não poderia deixar de citar a raça mais democrática que existe. Então, um brinde a todos os vira-latas do mundo!
Eles são, também, muito resistentes, tem uma saúde de ferro! Embora, claro, como qualquer outro cão, necessitam de cuidados, proteção e carinho. Às vezes, por não “gerarem valor agregado” – não gosto deste termo –, os vira-latas sofrem com o desprezo de criadoras e consumidores de animais de estimação, por isso acho importantes campanhas que incentivam a adoção dos vira-latas. Tenho reparado nas ruas muitas pessoas com vira-latas. Fico muito contente, porque tem muita gente que sabe seu papel na sociedade e adota estes cães.
A veterinária Andréa Acauí, organizadora de feiras de adoção, concorda que ter um vira-lata hoje tornou-se “cult” – está aí, outro termo que não gosto –, mas apenas entre quem é “politicamente instruídos”. “Quem procura por um vira-lata é o pessoal descolado mesmo. Isso não depende de condições financeiras. Na feira de adoção, as pessoas mais pobres geralmente querem bichos de raça”, conta. O lado bom dessa “moda”, segundo ela, é que incentiva as pessoas a tirarem os animais das ruas. E com uma vantagem: os cães adotados de entidades protetoras já vêm vacinados, vermifugados e castrados.
“Não é bom pegar animais diretamente da rua, pois podem transmitir doenças ao dono e a outros cães da casa. E ao levar um cão de rua para casa é importante lembrar que ele precisa manter uma vida social. Deixá-lo confinado também configura maus-tratos", afirma. Para adotar um vira lata, é sempre bom entrar contato com as entidades locais, com ativistas ou, simplesmente, ficar atento na página Vida de Estimação, que publica semanalmente cães para adoção.
Ah, não poderia deixar de dizer do meu vira-lata preferido – não, não é o meu namorado, não! É o meu querido Baby! Adotei ele na praça há muito tempo e, acredito, ele deve ter 11 anos e está lindo forte e querido. Como costume sempre falar das raças, não poderia deixar de citar a raça mais democrática que existe. Então, um brinde a todos os vira-latas do mundo!
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