sábado, 7 de maio de 2011



Esta é a Greta o meu bebezão. Com esses olhinhos saltadinhos observava aos comandos para tomar banho, deixar ser escovada, calma e graciosa. Nunca vi tanto pelo junto. Ela é linda e era bebezão porque preenchia o meu colo. Uma delícia.



Eu com o Wash terrier lindo que frequentava meu antigo trabalho agora não sei dizer se era o Kelvin ou o Tobby pois eram 2. Dois irmãos.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Border Collie


Costumo andar pelas ruas e observar os cães e seus donos. Uma certa vez me deparei com duas lindas border Collies que andavam sem coleira pelas ruas da cidade. De imediato quis brincar com elas pois tenho esta mania, até tomar uma mordida (mas nem vou ligar) Pois bem, estas cachorras lindas de nome Cindy e Sapeca por coincidência eram do meu amigo Marcos Pauli que é um exemplo de dono treinando e tratando elas com muito carinho. E o mais delicioso foi que ele o Marcos me chamou para tosar aquele cão de porte médio que é uma satisfação para qualquer tosador. Pois bem este cão de ancestrais nórdicos eram guardião de renas. É possivel que tenham sido trazidos para as ilhas britânicas pelos vickings, e que tenham sido cruzados com raças pastoreiras locais. Seu nome vem da região onde viviam que era no vales dos Borders., fronteira entre a Inglaterra e a Escócia onde a raça se desenvolveu. É o mais difundidos do collies, e continua especializado na guarda dos rebanhos. para o qual é utilizado desde o século XVIII. A raça foi fixada apenas no séc XIX e reconhecida em 1976 pelo kennel club e em 1985 pela S.c.c. Chegou a França em 1970. Temperamento, aptidões e educação: Cão vigoroso, ardente, tenaz, trabalhador, (muita vez mais que seus donos) e muito dócil. Receptivo à educação porque é atento e inteligente, dedicado ao seu dono. Reservado à estranhos mas jamais agressivo. Dotado de um olfato potente, possue um olhar que à distância parece hipnotizar o gado, aproximando -se rastejando co,o um cão de caça. Necessita de exercício diários. é um otimo cão para o campo. Necessita de poucos cuidados com sua higiene. Um cão delicioso. Ahhh esse cão minha mãe também quer ter.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O “multicultural” Pumi


A raça Pumi é bastante rara para os brasileiros. Pessoalmente, nunca vi um cão desta raça. Mas nem por isso deixa de ser uma graça, digno do mais alto grau de fofura. Os Pumi formaram-se entre os Séculos 17 e 18 graças ao cruzamento do Puli com cães pastores de orelhas eretas importados da França e da Alemanha. Dizem que o Pumi é de origem húngara. Acredita-se, ainda, que poodles e spitz alemães também possam ter participado da formação do Pumi – eita bichinho multicultural!

O período de formação da raça foi muito longo e, inicialmente, o Pumi e o Puli eram considerados uma única raça, separados apenas no Século 20. Embora atualmente o Pumi e o Puli possam parecer bastante diferentes à primeira vista, a principal diferença entre eles está na pelagem, sendo duas raças estruturalmente próximas. Os Pumi foram fixados, na forma como os conhecemos atualmente, somente por volta dos anos 1920. Cão de temperamento agitado, são audaciosos e atrevidos, bem ao estilo dos cães chamados “perdigueiros”.

Muito alerta, os Pumi são desconfiados com estranhos e costumam assinalar com seu latido ao sinal de qualquer ruído insólito – portanto, ótimos defensores de lar, pelo menos para dar o alerta. É bem afetuoso com seu dono. De olfato muito delicado, precisa de espaço e muito exercício para dar conta de tanta energia. É importante terem escovação regular. São utilizados, ainda, para pastoreio, caça, guarda e companhia. Seu tamanho varia de 35 a 44 centímetros e seu peso de 8 a 13 quilos. No próximo dia 14, é meu aniversário... fica a dica para quem quiser me dar um ‘Pumi’ de presente – atrevida eu, né?!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quem vai ser o líder da matilha?

Em seu livro, o ‘Dr. Pet’ Alexandre Rossi explica itens interessantes para entender sobre o adestramento de cães. Primeiramente, o autor deixa bem claro que, para o cão, somos vistos como cães também e, sendo assim, a família em que ele vive é semelhante à sua matilha. Porém, além de companheiros e protetores, eles são animais predadores e possuem uma complexa organização social.

Partindo da premissa ‘óbvia’ que “cão não é gente”, para um bom adestramento o primeiro passo indicado pelo Dr. Pet é evitar os desentendimentos de linguagens, durante o relacionamento humano-canino. Assim, é importante ter a consciência de que não devemos querer que os cães queiram o que queremos, nem sintam como nós sentimos e, muito pior ainda, que pensem como pensamos.

Ao rosnar, quando você põe comida, por exemplo, não significa ingratidão, necessariamente. Os valores deles são diferentes dos nossos valores. É somente a partir do conhecimento sobre o comportamento que percebemos os erros comuns ao educar um cachorrinho. Como “líder da matilha”, você deve impor respeito, primeiramente a partir de suas próprias atitudes, utilizando da agressão física, mesmo que leve, somente em últimos – acrescento “dos últimos” – dos casos.

Não se deve deixar o cão entender que seja ele o líder da matilha – aliás, esse alerta também é feito pelo Cesar Milan, ‘o Encantador de Cães’. Para que você se mantenha em seu lugar (líder) e ele no dele (cão), é importante, por exemplo, fazer o seu bichinho merecer o que quer, pedindo para executar algum comando antes de receber a comida ou sair para passear.

Ensinar o animal sem gritar e nem bater também é muito importante, porque, desta forma, você não desenvolve uma cultura agressiva. Outro ponto importante é nunca deixar que ele ganhe uma disputa física. Não deixe que ele morda as pessoas, nem por brincadeira. Elogie a submissão dele e não enforque ao querer ensiná-lo. São coisas simples, mas que fazem grande diferença na sua relação de amizade com o seu cãozinho. Fica, também, como dica de leitura, o livro de Alexandre Rossi (Adestramento Inteligente), que emprestei de um amigo. Vale a pena!